CIPÓ AZOUGUE

PARTES USADAS: Parte aérea ORIGEM DO PRODUTO: Brasil DESCRIÇÃO: Trepadeira (Apodanthera smilacifolia) da família das cucurbitáceas, nativa do Brasil (RJ, MG), de raiz amarela, casca rugosa, folhas opostas que se alternam com os cirros; as raízes e as folhas são anti-sifilíticas, e da planta também se extrai cera e resina. Também é conhecido como azougue-do-brasil, azougue-dos-pobres e abobrinha-do-mato (Willbrandia verticillata). INDICAÇÃO: O chá de Cipó azougue é indicado para eczemas, feridas, furúnculos, úlceras, dores nos ossos, reumatismo, depurativo do sangue, moléstias da pele (especialmente os eczemas secos e úmidos e manchas ), pruridos, reumatismo sifilítico, sífilis e urticárias. COMO FAZER: Coloque em infusão, em um litro de água fervente, 2 colheres de sopa da erva, deixe levantar fervura. Desligue o fogo e abafe por dez minutos. *USO EXTERNO: Compressas de chá quente,  para eczemas, feridas, furúnculos, úlceras, manchas da pele, dores nos ossos e reumatismo. COMO BEBER: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.   CIPÓ SUMA Anchietia salutaris Descrição : Planta da família das Violaceae, também conhecida como baúna, paraguaia, piraguara, suma. Planta de caule delgado, folhas muito irregulares e seus frutos são capsulas. Partes utilizadas : Raiz. Plantio : Multiplicação: por sementes; Cultivo: ocorre em todo Brasil. Prefere solos úmidos, férteis, arejados e com matéria orgânica. Existem duas variedades o suma branco e o suma roxo, ambos têm os mesmos efeitos fitoterápicos. Colheita: Colhem-se as raízes na época da floração. Habitat: É natural do Brasil, ocorre em todo o pais, especialmente em Minas, Rio de Janeiro, São Paulo e Goias. História: E usado pela população indígena e ribeirinha desses regiões há centenas de anos. O decocto dessa planta, muito amargo e acre e usado também pelos caboclos contra o veneno de cobras. Faz parte da farmacopeia homeopática. Propriedades medicinais: Calmante, diurética, depurativo. Indicações: Acne, asma, bronquite, coqueluche, diabete, doenças venéreas, espasmo, excitar a salivação, furúnculo, herpes, moléstias da pele, psoríase, reumatismo, tosse, traqueobronquite. Princípios ativos: Agliconas: caincetina; Salicilatos: salicilato de metila; ácidos orgânicos: ácido chiocotanico; Acidos graxos; Resinas vegetais; Glicosideos: caincina, acido cainquico; Chiococina; Oleps essenciais. Modo de usar: Pó diluído em água: diabete. 8 gramas para um copo de água fervente. Efeitos colaterais: Sem toxidade nas doses recomendadas. A DLM e acima de 300ml para humanos acima de 60Kg. Os extratos etanólicos em doses muito maiores que a terapeutica apresentam sinais de toxidade não especificados, não havendo nenum relate de morte por intoxicação. Farmacologia: A atividade antiinflamatoria e conferida pelo salicilato de metila - bloqueio da sintese das prostaglandinas. O extrato estudado na Republica Dominicana possui atividade antiinflamatoria em cobaias; Inibiu o crescimento de celulas neoplasicas não especificadas e do Bacillus subtilis in vitro. (GrupoTRAMIL, Universidade de Antioquia, Santo Domingo, 1995). Superdosagem:Não há relatos. Caso ocorra, alem das medidas usuais para intoxicação, tratamento sintomático para vomito e diarréia deverão ser instituídos. CAROBA Carobinha do campo (Jacaranda pteroides) Família: Bignoníaceas. Descrição: É uma planta muito comum no Brasil, variedade de caroba. Uso medicinal: Emprega-se para os mesmos fins que a caroba. Nomes Populares: Caroba, jacarandá-de-minas, jacarandá, caiuá, jacarandá-branco, caroba-branca, pau-de-colher, pau-santo, carobeira, jacarandá-preto, mulher-pobre A Carobinha do Campo é facilmente encontrada no Brasil e com o chá das folhas pode-se combater as afecções cutâneas, as boubas, as escrófulas, o reumatismo, a sífilis. O mesmo chá, tomado de duas em duas horas, dá bom resultado no combate a disenteria amebiana. O chá tem, além disso, ação fortemente diurética. O decocto das folhas serve para lavar feridas e fazer gargarejos. Como usar: Por infusão, use duas colheres de sopa, ou 10g de folhas, para um litro de água fervente. Ou beber: Tome uma xícara três vezes ao dia. Doenças venéreas Hepato-protetor Cicatrizante Diuretico Depurativa Antialérgica Disenteria Prostatite Úlcera Urticária JARRINHA Aristolochia cymbifera Descrição : Da família das Aristolochiaceae. Também conhecida como capa-homens, cassaú, cassayú, cassa-yú, cipó-mata-cobras, cipó-mil-homens, jarrinha, jarro, mil-homens, papo-de-peru, papo-de-galo, raiz-de-mil-homens. Planta volúvel, herbáceaou lenhosa, trepadeira sem gravinhas. As folhas são orbiculares, reniformes e de pecíolo longo com estípulas. As flores são solitárias, uniflores, grandes e de odor desagradável, próprio para atrir insetos, principalmente as moscas varejeiras e outros, que são agentes polinizadores. O fruto é uma cápsula que se abre formando uma cesta com numerosas sementes. Elas são liberadas com o vento ou quando o fruto apodrece. Reproduz-se por sementes ou por estacas de galho. Sendo uma planta invasora, desenvolve-sde em todo tipo de solo, em clima tropical. Parte utilizada: caule, rizoma, raízes, parte aérea. Origem : Brasil, é encontrada pricipalmente das Guianas até os estados de Minas Gerais e São Paulo. Modo de Conservar : Os caules fatiados em pedaços pequenos, bem como as folhas, devem ser secos ao sol. Armazenar em sacos de papel. Plantio : Multiplicação: reproduz-se por sementes ou estacas de raízes ou rizomas; Cultivo: planta brasileira que ocorre do Amazonas até São Paulo. Não tem preferência por solos. Seu plantio pode ser feito a qualquer época do ano, mas prefere o início da primavera. O espaçamento é semelhante ao descrito na abutua, por ser uma planta trepadeira, onde se usa principalmente a raiz e o caule (cipó); Colheita: colhem-se principalmente as raízes e parte do caule próximo às raízes. Também pode-se usar as folhas verdes ou secas Princípios Ativos: amido, mucilagem, óleo-resinosa, substância amarga, sais inorgânicos, tanino. Propriedades medicinais: Anti-hemorroidal, diaforético, diurético, emenagoga, estimulante, tônico. Indicações: Afecções da vias urinárias, afecções nervosas, amenorréia, asma, ataques nervosos, cicatrização de feridas, convulsão histérica, convulsões epilépticas, diarréias rebeldes, dispepsia, dormência, engorgitamentos dos testículos, enxaquecas, estimular a menstruação, febres intermitentes, flebites varicosa, flatulência, gangrenas, gota, hemorróida, hidropsia, histerias, neurastenia, nevralgias, orquites crônicas, paralisia, picada de cobra, picada de inseto, prostatite, reumatismo, sedativo nas histerias, úlceras, varizes. Contra-indicações/cuidados: em doses elevadas produz efeito drástico e vomitivo, "embriaguez aristolochica" (náuseas, dejeções iterativas, sem que as fezes sejam líquidas, pulso freqüente e cheio, sono agitado e perturbações da inteligência). Pode ser abortiva. Modo de usar: - As raízes no século XIX, reduzida a pó era empregada na dose de 0,50-1 g. Para adulto, três vezes ao dia. - A infusão de 6-8grs para 300 ml de água fervendo é empregada aos cálices ou as colheres - A alcoolatura feita com uma parte de raiz fresca para duas de álcool de 40ºC, e a tintura de uma parte de raiz ou de rizoma seco reduzido a pó grosso para 5 de álcool de 36C, depois de macerado 6 dias emprega-se na dose de 1-12 g por dia, em água pura ou açúcarada. - A tintura etérea preparada com uma mistura de álcool e éter sulfúrico, é usada na mesma dose. - O extrato alcoólico é usado na dose de 5 centigramas até 1g, algumas vezes ao dia, em pílulas ou em porções. - O vinho é preparado macerando-se 30-60 g de raiz em pó com 1 litro de vinho branco ou com 50 g de extrato fluído para 950 ml de vinho, usado na dose de 4-6 cálices por dia. - A infusão fraca das folhas frescas é usada em loções nas oftalmias. - Na mordedura de cobras dá-se o suco das folhas ou das raízes frescas, na dose de 1 cálice de hora em hora ou de ½ em ½ hora conforme a gravidade da intoxicação ofídica, aplicando-se também no local da mordedura um cataplasma feito com as folhas contusas ou suco da raíz o que produz cura quase momentânea. - A tintura tem efeito excelente na malária, faz cessar as febres, desperta o apetite e combate a discrasia consecutiva aos efeitos da malária. No caso das febres intermitentes emprega-se a tintura na dose de 3 colheres das de chá por dia, em um cálice de água açúcarada. - Como tônico, a tintura é usada na dose de 1-2 g. De manhã, meio dia e a noite, em um pouco de água com açúcar. - Extrato fluído até 3 g. - infusão 10:150, em 4 doses por dia; - tintura a 1:5 cc álcool a 60C; dose até 8 g nas 24hs. COENTRO Estamos continuamente expostos a fontes de poluição ambiental, sonora e alimentar. Focando a questão alimentar, temos de nos preocupar com a qualidade e o tipo dos alimentos, dando preferência aos orgânicos, especialmente os alimentos ricos em água e que, portanto, carregam grande porcentagem de agrotóxicos, como tomate, melancia e fruta. Porém existe um grande risco que é muito pouco divulgado e estudado: a contaminação por metais pesados. Os principais vilões desta história são o chumbo, o mercúrio, o cobre e o alumínio. Peixes e frutos do mar apresentam níveis muito elevados de contaminação com mercúrio, tanto os de criadouro quanto os das áreas costeiras. O mais saudável seria o consumo de peixes de alto-mar e de águas profundas, como o atum, mas seu custo é elevado. Cozinhar em panelas de alumínio ou comer alimentos guardados em embalagens com esse metal também aumenta o risco de contaminação por ele. Ainda é discutível se o uso de desodorantes e antitranspirantes que contêm cloreto de alumínio pode ser um fator de risco. O chumbo, presente em embalagens antigas de creme dental, e o cobre, presente em águas contaminadas, dispositivos intrauterinos e em alguns pesticidas, podem apresentar sérios riscos à saúde. Os estudos iniciais mostram que a contaminação por esses metais influi negativamente na pressão arterial, nos fenômenos de aterosclerose (placas de gordura nas artérias) e agregação plaquetária. Além dos tratamentos estabelecidos pela medicina ortomolecular, contamos com o coentro (Coriandrum sativum) como um desintoxicante muito potente. A tintura e o extrato do coentro, além de ter atividade antioxidante, atuam na quelação de metais pesados do corpo, com a vantagem de apresentar disponibilidade e custo baixo. Caso esteja realizando um tratamento de desintoxicação, especialmente com o coentro, tome bastante água (e de boa procedência), pois grande parte da excreção desses metais se dá pela urina. - See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2009/08/coentro-retira-metais-pesados-do-corpo.html#sthash.nCh3QdlU.dpuf